Buscar
  • Policiais Antifascismo RN

Portal da Rússia entra em defesa do Movimento Policiais Antifascismo RN

Atualizado: Abr 30

CST Command pede às autoridades brasileiras que investiguem a ameaça de assédio injustificado e represália contra o policial civil Pedro Chê por parte do promotor Wendell Beetoven Ribeiro Agra



O portal cstcommand.com, pertencente à organização russa "CST Command" (Comando de Combate ao Terrorismo de Estado), publicou denúncia no dia 25 de abril de 2020, relatando os fatos que levaram o Movimento Policiais Antifascismo RN a ser pauta do Ministério Público do Rio Grande Norte, a partir do promotor Wendell Beetoven Ribeiro Agra.


Antes de acontecer a "Mega Carreata" em 19 de abril de 2020, pedindo o fim do isolamento social, entre outras reivindicações que ferem a Democracia e a Vida, o promotor Wendell Beetoven Ribeiro Agra emitiu uma recomendação à Diretoria de Polícia Civil para verificar se o movimento Policiais Antifascismo é uma organização policial criminosa (milícia) e pediu a demissão proativa de Pedro Paulo Mattos por sua declaração em vídeo publicado dias antes do evento. Entenda o caso e veja o vídeo CLICANDO AQUI!

Em resumo, o primeiro vídeo divulgado antes das manifestações não foi bem recebido pelas pessoas que defendem o fim do isolamento social e que possam realizar manifestações públicas durante a pandemia. Distorcendo a mensagem em vídeo, o promotor sugeriu que Pedro Chê aplicaria a lei e realizaria prisões em flagrante caso visse crimes sendo cometidos. Wendell pediu para privá-lo da pistola e distintivo do policial. Após esse fato, o mesmo promotor decidiu instaurar Habeas Corpus contra o novo decreto da governadora do estado, Fátima Bezerra, que proíbe carreatas. No mesmo dia, o procurador-geral, representante da Promotoria, Evda Rodriguez Leiche, disse ao vivo na televisão que o promotor Wendel Beethoven usou suas funções para fins pessoais e reverteu sua decisão. A verdade sobre quem abusa do poder está sendo restaurada. Em 19 de abril de 2020, ocorreram manifestações em várias cidades do Brasil que não levaram em consideração medidas de proteção durante a pandemia do novo coronavírus, como previu a BRIGADA COVID-19 (uma iniciativa popular para denunciar crimes durante a Pandemia do novo coronavírus). Em 27 de abril, o Movimento Policiais Antifascismo RN postou um vídeo no YouTube que mostra os detalhes da carreata e diversos crimes cometidos por quem participou. VEJA AQUI! O vídeo é o resultado de evidências reunidas pela Brigada COVID-19, que alertou sobre a possibilidade de infrações durante este evento.


Fique sabendo: Milícia é uma organização criminosa proibida no Brasil formada por policiais atuais e ex-policiais. É importante destacar que o Movimento Policiais Antifascismo não é uma Milícia. Ao contrário, ele luta pelo fim das milícias.


Em conexão com o exposto acima, o CST Command considera necessário declarar o seguinte: 1. O Movimento Policiais Antifascismo é conhecido no Brasil e no exterior como uma associação que protege as liberdades democráticas e os direitos dos cidadãos e é absurdo supor que poderia advogar a restrição da liberdade de expressão. 2. Pedro Paulo Mattos não ameaçou os manifestantes por abusar de seus poderes, registrou seu apelo enquanto não estava de serviço e suas ligações não contradiziam as medidas de quarentena das autoridades locais. Além disso, seus apelos continham uma condenação de discursos pedindo a restrição das ações das principais instituições democráticas do país. Consequentemente, não há obstáculos legais para o policial expressar sua opinião. 3. O CST Command é na Rússia o crítico mais importante da polícia brasileira moderna e, como organização de direitos humanos, relata constantemente quaisquer fatos de violação pela polícia brasileira de direitos humanos, condena a impunidade de crimes policiais e defende o controle mais rigoroso das ações policiais. No entanto, neste caso, não vemos razão para processar um policial que não violou a lei, não usou seus poderes para fins pessoais ou políticos, mas, pelo contrário, defendeu instituições constitucionais - o parlamento e a Suprema Corte (que também foram criticadas repetidamente pelo comando da CST, mas sua existência nunca foi questionada). 4. O CST Command acredita que o movimento antifascismo da polícia é uma organização progressista projetada para tornar a polícia brasileira mais humana, respeitando os direitos humanos e a Constituição brasileira. O "Antifascismo Policial" é a esperança e o orgulho da polícia brasileira e sua chance de humanização. O Estado deve respeitar cuidadosamente e respeitar os antifascistas da polícia brasileira, que, mesmo nos ambientes criminosos mais difíceis, pensam em respeitar os direitos humanos, encontrando muitas vezes falta de compreensão e hostilidade de seus colegas.

5. Provavelmente, no vídeo de Pedro Paulo Mattos, você pode ver elementos de enunciados incorretos que alguém pode ter percebido como uma ameaça. No entanto, na prática, o “Antifascismo Policial” nunca usa ameaças abertas e não usa métodos fortes. Obviamente, o fato de o gabinete do promotor exercer controle externo sobre a polícia é um desenvolvimento positivo, que por si só pode ser bem-vindo pelas organizações de direitos humanos. No entanto, o caso que estamos considerando não pode ser uma má conduta grave e um objeto de ação para o Ministério Público. O máximo que um policial pode enfrentar em uma sociedade democrática desenvolvida em casos semelhantes é um aviso e uma recomendação para ter mais cuidado com suas declarações nas redes sociais. 6. O Movimento Policiais Antifascismo sempre se opôs e se opõe aos grupos chamados "milícias" no Brasil. A suposição de que as brigadas antifascismo da polícia possam fazer parte desses grupos ilegais é absurda e falsa. 7. Chamamos a atenção para o fato de que a decisão relativa à resolução de manifestações em massa e ações da polícia em relação a essas manifestações é controversa e é analisada por instâncias jurídicas superiores, o que significa que antes que um veredicto final seja emitido sobre essa questão por instâncias superiores, quaisquer decisões sobre essa questão são inaceitáveis. 8. Pedro Paulo Mattos, em seu vídeo, defendeu a saúde dos cidadãos e suas liberdades democráticas. Isso não só não contradiz os deveres do policial, mas, pelo contrário, é o principal objetivo da polícia. O fato de Pedro Paulo Mattos tratar informalmente seus deveres e trazer benefícios para a sociedade, mesmo nas horas vagas de seu trabalho principal, atesta seu profissionalismo e o honra como policial. Diante do exposto, solicitamos a todas as autoridades policiais e do Ministério Público, autoridades estaduais e judiciais que prestem atenção à ameaça de assédio injustificado e represália contra o policial civil Pedro Paulo Mattos, que é visto pelos defensores dos direitos humanos como uma ameaça à acusação do Movimento Policiais Antifascismo em geral. Por sua vez, o CST Command acompanhará de perto a resolução desse problema e exigirá o cumprimento da Constituição e das leis do Brasil, bem como dos padrões internacionais de direitos humanos.

168 visualizações
QUER RECEBER NOSSO
BOLETIM INFORMATIVO?
  • Siga-nos no Facebook
  • Siga-nos no Instagram
  • Siga-nos no Youtube
  • Siga-nos no Twitter

© 2020. Movimento Policiais Antifascismo RN. Todos os Direitos Reservados. Permitida a divulgação dos conteúdos, desde que mencionada a fonte e fazendo uso ético das informações.

  • Siga-nos no Facebook
  • Siga-nos no Instagram
  • Siga-nos no Youtube
  • Siga-nos no Twitter