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Interventores Policialescos em Instituições de Ensino no Rio Grande do Norte

Nota do Movimento Policiais Antifascismo aponta como o fascismo se manifesta, na prática, no IFRN e na UFERSA



Pela segunda vez em menos de um mês, interventor e reitora não eleita democraticamente acionam a polícia para intervir contra estudantes.


Sem legitimidade para ocuparem os cargos que os foram entregues de mão beijada por Bolsonaro, desrespeitando, portanto, à Comunidade Acadêmica do IFRN e da UFERSA em Mossoró, restaram a eles apenas a ameaça através das Polícias.


Os estudantes potiguares foram violentados duplamente, pela segunda vez: por terem sido desconsiderados no processo eleitoral da instituição, e por terem sido novamente cerceados do direito constitucional de manifestação, que pleiteia apenas o respeito a uma decisão democrática e legal.


Assim como foi nomeado o interventor Josué de Oliveira para o cargo de Reitor do IFRN, pelo Ministério da Educação, no dia 17 de abril, mesmo sem ter participado das eleições na instituição, dessa vez, a terceira colocada nas eleições da UFERSA, Ludmilla Serafim, foi nomeada por Bolsonaro, que aproveitou sua visita a Mossoró, no dia 21 de agosto, para dar a péssima notícia à população potiguar que mais uma vez a Democracia fora jogada na lata do lixo nas eleições para Instituições Federais de Ensino. Numa nítida tentativa de ratificar seus desmandos nas instituições de ensino federais no Rio Grande do Norte.

Na quinta (27/08), a Presidente do DCE da UFERSA, Ana Flávia Lira, recebeu uma intimação da Polícia Federal para que preste depoimento junto ao órgão, após denúncia realizada pela professora Ludmilla Serafim, que acusa a estudante de cometer atos de calúnia e difamação por tê-la chamada de “golpista” e “interventora”.


Os interventores, desesperados por não saberem como permanecer nos cargos sem legitimidade alguma, tentam de todo modo criminalizar a luta justa do(a)s estudantes, numa tentativa de intimidá-lo(a)s.


A Dialogicidade é fundamento da educação libertadora, como já nos ensinou o Patrono da Educação Brasileira, Paulo Freire. Quem reza na cartilha da Pedagogia da Opressão não pode gerir nenhuma instituição de ensino.

Toda solidariedade à estudante Ana Flávia, eleita democraticamente, justamente para dizer não aos desrespeitos às vozes da comunidade acadêmica da UFERSA.

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